|
|
|
Perguntas Freqüentes |
 |
| O Gás Natural é uma mistura de hidrocarbonetos e gases inertes com predominância de metano (de 78% a 82%), que à temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasoso. É um gás inodoro, incolor, não-tóxico e mais leve que o ar. GNV (Gás Natural Veicular) é a terminologia utilizada para o gás natural usado como combustível para veículos automotores. |
| Não. Suas características são muito diferentes do GLP (Gás Liguefeito de Petróleo ou gás de botijão – cujo uso como combustível em veículos automotores é proibido). O gás de botijão é composto de propano e butano e, embora seja hoje o combustível doméstico de maior aceitação no País, é asfixiante e inflamável. O GLP liquefaz-se a temperatura normais e pressões moderadas. O gás natural, por sua vez, é mais leve que o ar e não é tóxico. |
| Não existe perigo de explosão, pois, além de ser mais leve que o ar, o sistema (armazenagem e compressão) é dotado de válvulas de segurança que se fecham caso haja algum rompimento na tubulação, e também possui um sistema de exaustão em caso de eventual vazamento. O gás natural veicular é mais seguro do que qualquer combustível líquido. Outro fator de segurança na utilização do GNV é que, no momento do abastecimento do veículo no posto, o mesmo é feito sem que haja contato com o ar, evitando assim qualquer possibilidade de combustão. Os cilindros de armazenamento de GNV são dimensionados para suportar a alta pressão na qual o gás é comprimido (200 bar – pressão ideal para abastecer os veículos), e ainda situações eventuais como colisões, incêndios etc. |
| Um veículo bi-fuel, ou bicombustível, pode operar alternadamente com gás natural ou com gasolina/álcool. Muitos são concebidos para comutar automaticamente para a gasolina quando o reservatório de gás se esgota. Estes veículos podem atingir com GNV a mesma autonomia que com gasolina (até cerca de 600 km). |
| Sim. Os veículos movidos a gás natural enquadraram-se na categoria de veículos com baixíssima emissão de poluentes, pois o gás natural é um dos combustíveis mais limpos. A combustão gera emissões menos contaminantes ao meio ambiente, atendendo desta forma aos limites estabelecidos pelo Proconve (Programa de Controle de Emissões por Veículos Automotores). |
| Não. O gás natural veicular é proveniente de poços de petróleo e consiste de uma mistura de hidrocarbonetos leves e gases inertes com predominância do metano (de 78% a 82%). |
| Sim, pode ser usado e com várias vantagens, como aumento da vida útil do motor, menos carbonização do motor, maior intervalo nas trocas de óleos lubrificantes, filtros e tubos de escapamento. |
| As reservas conhecidas garantem mais de 50 anos de utilização. |
| O gás é comprimido e armazenado em cilindros especiais de aço, que são adaptados ao porta-malas do carro. Através de um sistema de tubulações e válvulas especiais, este gás é injetado e misturado ao ar aspirado pelo motor, proporcionando uma queima limpa e eficiente da mistura. |
Podemos considerar uma instalação de sistema de gás natural bem feita quando esta proporciona ao usuário do veículo segurança, conforto ao dirigir e ainda atende aos limites das leis ambientais, e que o veículo tenha um desempenho o mais próximo da sua concepção original. A segurança está relacionada à qualidade dos componentes instalados, principalmente quando aplicados na alta pressão, e à localização desses componentes no veículo (estes não podem ficar expostos a calor excessivo, alta tensão, impactos, devendo permitir fácil acesso e manuseio). O conforto ao dirigir é obtido quando o sistema de GNV não modifica o modo de dirigir o veículo após a sua instalação, isto é, não interfere no desempenho do motor com combustível original e, quando com gás, produz apenas uma discreta perda de potência. Resumindo, uma boa instalação deve assegurar as seguintes condições: baixo índice de emissão de poluentes; menor perda de potência do veículo; melhor aproveitamento no espaço do porta-malas ou caçamba do veículo. Importante: A instalação e a manutenção deverão ocorrer sempre em oficinas homologadas pelo Inmetro. Na instalação, atentar para o peso, dimensionamento e capacidade do cilindro.
|
| O custo varia de acordo com o modelo e marca do veículo, porém o preço médio está na faixa de R$ 2.000,00 a 3.500,00. |
| O selo GNV é um instrumento importante no controle estatístico dos veículos que possuem o sistema GNV instalado, além de orientar equipes de salvamento (Defesa Civil, Bombeiros, etc.) sobre a existência desse outro combustível. Veículos convertidos para gás natural não devem ser tratados com extintores de água, pois a água pode resfriar rapidamente o cilindro, danificando o seu material e aumentando o risco de explosões. Este selo deve ser portado pelo proprietário ou condutor, podendo o mesmo fixá-lo no pára-brisa do veículo, de forma a ser visualizado em ambos os lados. A validade do selo é a mesma do Certificado de Segurança Veicular, 01 (um) ano, devendo ser substituído a cada inspeção periódica de segurança veicular. O usuário paga pela inspeção e automaticamente recebe também o selo. |
| Nunca. Não existe nenhuma razão técnica ou prática para tanto. |
| O abastecimento é tão simples quanto o de álcool ou gasolina, e é feito através de uma multiválvula com dispositivo de abastecimento, geralmente instalada próximo ao regulador de pressão. O tempo de abastecimento é próximo ao tempo do abastecimento líquido. |
| Não. Por tratar-se de um sistema que trabalha a alta pressão (200 bar, equivalente a 2900 libras), recomenda-se que o manuseio ou a manutenção sejam realizadas somente por um técnico especializado, que poderá garantir todas as condições de segurança necessárias. |
| A manutenção é tão simples quanto à de um veículo comum. |
| No Brasil: Estados litorâneos do Piauí até o Rio Grande do Sul, e nos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. No Rio de Janeiro, o gás está presente na capital e nos seguintes municípios: Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaboraí, Mesquita, Nova Iguaçú, São João de Meriti, Seropédica, Barra Mansa, Barra do Piraí, Cabo Frio, Campo dos Goytacazes, Casimiro de Abreu, Macaé, Piraí, Resende, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia e Volta Redonda. |
| A principal vantagem é a significativa economia, que gira em torno de 65% em comparação com o álcool e a gasolina. Outras vantagens do GNV: não permite o roubo de combustíveis; não corre risco de ser adulterado; polui muito menos; diminui a freqüência de manutenção ao aumentar a vida útil de velas, filtros e o intervalo das trocas de óleo e escapamento (gasolina e álcool oxidam mais rápido); aumenta significativamente a vida útil do motor, ao reduzir o teor de carbonização na câmara de combustão. |
| A autonomia é determinada pelo tamanho do cilindro (compartilhamento onde é armazenado o gás dentro do automóvel). Com um cilindro de 20 m³ o veículo pode rodar aproximadamente 250 km. Vale lembrar que, ao instalar um kit GNV em um veículo, este não fica impedido de usar o combustível líquido, ou seja, o sistema é bicombustível. |
| A principal vantagem para o frotista em instalar o kit Gás Natural está na economia obtida por quilômetro rodado, que pode chegar até 65% em relação ao álcool e à gasolina. |
| Após sua extração, o gás natural é transportado por gasodutos e/ou rede de gás das companhias distribuidoras até os postos de abastecimento. |
| Geralmente 3 a 6 horas de trabalho, podendo alcançar períodos maiores em função da complexidade da instalação, devido às condições operacionais solicitadas pelo usuário ou por características do próprio veículo. |
| Sim, e seu preço de venda é consideravelmente inferior ao da gasolina (preço médio do GNV R$ 1,69 x preço médio da gasolina R$ 2,54). A relação de rendimento é de 1 para 1,2. Um automóvel Parati, por exemplo, que consome em média 1 litro de gasolina para percorrer 10 km, percorrerá 12km com 1m³ de GNV. |
| Sim. O GNV pode ser usado com a máxima segurança e desempenho em todos os tipos de motores a álcool ou a gasolina, inclusive diesel, com a simples instalação de um kit de conversão para gás. |
| Sim. Caso o proprietário queira trocar o veículo em que foi instalado o kit GNV, o mesmo poderá ser facilmente transferido para o carro novo, bastando apenas pequenas modificações. Neste caso, será necessário apenas um novo certificado de homologação, uma vez que o anterior era específico para o primeiro veículo. |
| Avanços recentes na tecnologia GNV manterão a indústria no caminho certo, com a adoção da maior parte das tecnologias de vanguarda que vêm dos principais fabricantes automobilísticos. A indústria está intensamente voltada para novas investigações e desenvolvimentos nas áreas de infra-estrutura, tecnologia do veículo e do motor, e reduções ainda mais significativas nas emissões de veículos GNV. |
| O usuário deverá procurar uma oficina devidamente credenciada pelo Inmetro para a efetiva instalação do kit. Uma vez concluída a montagem, o veículo receberá um Certificado de Segurança Veicular - CSV, atestando que os critérios estabelecidos pelo Inmetro e pela ABNT para veículos a gás natural estão atendidas na instalação. De posse deste certificado e do documento original do carro, o usuário deve comparecer ao Departamento de Trânsito local, de maneira a oficializar a instalação do kit em seu veículo. Para alguns Estados a efetiva e formal regularização dos documentos do veículo, proporcionam a seu proprietário redução do IPVA. |
| Sim. Porém deve-se avaliar todo o sistema original para que não haja danos ao desempenho do veículo e quanto a emissão de poluentes. |
Não. A conversão a Gás Natural é executada externamente ao veículo, não havendo necessidade de alterações internas na câmara de combustão do motor. |
| A lista das oficinas que realizam requalificação de cilindros de GNV encontra-se disponível no http://www.inmetro.gov.br/prodcert/, item Serviços/ Classe de Serviço – selecione o item Requalificação de cilindros de aço para gás natural veicular GNV/ busca. |
| Não. A instalação do sistema de gás natural deve ser realizada por empresas instaladoras registradas pelo Inmetro. A relação das instaladoras registradas encontra-se no endereço: http://www.inmetro.gov.br/infotec/oficinas/ , clique no item instaladora registrada de Gás Natural Veicular. |
A pressão permitida para abastecimento de gás natural veicular é de 200 a 220 kgf/cm². |
| Sim, porém insignificativa desde que instalada corretamente. |
| Por segurança. As normas de GNV são novas e cumprem-se em toda a atividade. O perigo de acidente por inflamação do combustível é maior na gasolina ou no óleo diesel. Nos postos de gasolina, não existem normas de segurança apropriadas e, nos casos em que existem (não fumar, por exemplo) não são cumpridas. |
|
|
|
|
|
|